Ano: 2021

📍Pacientes com fraturas de pelve apresentam dor especialmente quando palpa-se a parte fraturada.

😫Movimentar os quadris pode ser extremamente doloroso, especialmente em pacientes com fraturas do acetábulo. (“cabeça do fêmur”).

💁‍♀️Os pacientes também apresentam inchaço e hematoma na região pélvica e genitais.

🚨Alguns pacientes com fraturas estáveis (sem deslocamento) conseguem caminhar, porém com dor.

👊Acidentes de alta energia podem causar sangramento intra-pélvico, lesões na uretra e bexiga, lesões nos nervos e vasos que vão ao membro inferior.

🚨 Outras partes do corpo podem também estar lesadas e pacientes com fraturas de pelve em traumas graves geralmente precisam ser avaliados por especialistas de múltiplas áreas.👩‍⚕️

A fratura de fêmur em idosos é uma condição grave. Antigamente, inclusive a fratura do fêmur na região do quadril era considerada uma sentença de morte!

👉 A fratura de fêmur em idosos tem um significado especial pois nenhuma fratura aumenta o risco de morte no idoso como uma fratura do fêmur, principalmente na região do quadril. Um a cada 4 idosos em média, morrem dentro de 1 ano após uma fratura de fêmur.

🚨 A população brasileira que era composta principalmente por jovens, está envelhecendo. Por isso, a tendência deste tipo de fratura é aumentar.

👨‍💻 Quase 90% das fraturas de fêmur na região do quadril ocorrem em pacientes acima de 65 de idade. Isto está muito relacionado à perda de qualidade óssea causada pela osteoporose, e à perda de força, equilíbrio e coordenação que acontecem no envelhecimento. Isto provoca quedas e fraturas do quadril.

🤕 O risco de morte é especialmente alto nos primeiros 3 meses após a cirurgia sendo 5x maior na mulher e 8x maior no homem quando comparado com a população normal. Este risco diminui ao longo do tempo, mas nunca volta ao normal.

🏥 Outro fato interessante é que idosos que moram em asilos e casas de repouso têm o dobro de chances de morrer do que um idoso com fratura de fêmur que mora na comunidade.

🤔 A mortalidade na mesma internação da fratura é de cerca de 3%.
As causas de morte mais comum são pneumonia e outros problemas respiratórios, infecção (sepse), problemas cardíacos, ou seja, o paciente não morre da fratura propriamente dita, mas sim de todas as complicações clínicas que acontecem decorrentes dela.

Pacientes com fraturas de pelve apresentam dor especialmente quando palpa-se a parte fraturada. Movimentar os quadris pode ser extremamente doloroso, especialmente em pacientes com fraturas do acetábulo. Os pacientes também apresentam inchaço e hematoma na região pélvica e genitais. Alguns pacientes com fraturas estáveis (sem deslocamento) conseguem caminhar, porém com dor. Acidentes de alta energia podem causar sangramento intra-pélvico, lesões na uretra e bexiga, lesões nos nervos e vasos que vão ao membro inferior. Outras partes do corpo podem também estar lesadas e pacientes com fraturas de pelve em traumas graves geralmente precisam ser avaliados por especialistas de múltiplas áreas.